- Epilepsia não controlada
- Fases agudas das Artrites
- Surtos de Esclerose Multipla
- Feridas que não estejam saradas
- Ossos fracos
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A equitação é contra indicada
A quem se destina a equitação terapeutica/ hipoterapia
- Amputações
- Autismo
- Lesões cerebrais
- Acidente Vascular Cerebral
- Paralisia Cerebral
- Sindrome de Down
- Disturbios emocionais
- Deficiência Auditiva
- Deficiência Visual
- Atraso Mental
- Dificuldades de Apredizagem
- Esclerose Multipla
- Distrofia Muscular
- Poliomielite
- Espinha Bífica
- Lesões Medulares
Backriding ou montar atras é um método utilizado para as pessoas com deficiência que têm pouco ou nenhum controlo de cabeça, que têm problmeas de equilibrio, movimentos assimétricos ou involuntários.
O terapeuta monta atrás da criança e assim facilita os movimentos que ela não consegue realizar sozinha.
É essencial ter um cavalo adequado ao backriding. Deverá ser muito bem treinado e de confiança, ser calmo, ser um cavalo baixo, deve ter uns movimentos simétricos e deverá movimentar-se facilmente.
O cavalo é guiado pela frente, por rédeas longas que facilitam o controlo do cavalo. Deverá ser treinado para ser montado por dois cavaleiros sem qualquer deficiência, antes de ser montado pela pessoa com deficiência.
O desejável é que após algum tempo de sessão o terapeuta possa sair do cavalo e a criança, com ajuda de assistentes laterais, mantenha o equilibrio sozinha com as mãos nas rédeas.
A sessão decorre com dois assistentes, um de cada lado do cavalo com o equitador que conduz o cavalo pelas rédeas.
O backriding ajuda a criança a passar as fases do desenvolvimento sensório-motor, montar a cavalo com o cavaleiro montado atrás é seguro e trás os maiores beneficios àqueles que não podem fazê-lo normalmente.
Teresa
O terapeuta monta atrás da criança e assim facilita os movimentos que ela não consegue realizar sozinha.
É essencial ter um cavalo adequado ao backriding. Deverá ser muito bem treinado e de confiança, ser calmo, ser um cavalo baixo, deve ter uns movimentos simétricos e deverá movimentar-se facilmente.
O cavalo é guiado pela frente, por rédeas longas que facilitam o controlo do cavalo. Deverá ser treinado para ser montado por dois cavaleiros sem qualquer deficiência, antes de ser montado pela pessoa com deficiência.
O desejável é que após algum tempo de sessão o terapeuta possa sair do cavalo e a criança, com ajuda de assistentes laterais, mantenha o equilibrio sozinha com as mãos nas rédeas.
A sessão decorre com dois assistentes, um de cada lado do cavalo com o equitador que conduz o cavalo pelas rédeas.
O backriding ajuda a criança a passar as fases do desenvolvimento sensório-motor, montar a cavalo com o cavaleiro montado atrás é seguro e trás os maiores beneficios àqueles que não podem fazê-lo normalmente.
Teresa
domingo, 23 de janeiro de 2011
Programas básicos da Equoterapia
Os programas básicos da equoterapia:
- Hipoterapia
- Educação/Reeducação
- Pré-desportivo
- Desportivo
Hipoterapia:
Programa essencialmente da área de reabilitação, voltando para as pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental. Neste caso o praticante não tem condições para se manter sozinho a cavalo. Portanto, não pratica equitação. Necessita de um auxiliar-guia para conduzir o cavalo e, evidentemente, de um auxiliar-lateral para mantê-lo montado, dando-lhe segurança. A ênfase das acções é dos profissionais da área de saúde precisando, portanto, de cavalo é usado principalmente como instrumento cinesioterapeutico.
Educação-Reeducação:
Este programa pode ser aplicado tanto na área reabilitativa como na área executiva. Neste caso o praticante tem condições de exercer alguma actuação sobre o cavalo e conduzi-lo, dependendo em menor grau do auxiliar-guia e do auxiliar-lateral. A acção dos profissionais de equitação tem mais intensidade, embora os exercícios devam ser programados por toda a equipa, segundo os objectivos a serem alcançados. O cavalo continua propiciando benefícios pelo seu movimento tidimensional e multidirecional e o praticante passa a interagir com mais intensidade não pratica equitação e/ou hipismo. O cavalo actua como instrumento pedagógico.
Pré-desportivo:
Também pode ser aplicado nas áreas reabilitativa e educativa. O praticante tem boas condições pata actuar e conduzir o cavalo, não pratica equitação podendo participar em pequenos exercícios específicos do hipismo. A acção do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e equitação. O praticante exerce maior influência sobre o cavalo. O cavalo é utilizado como instrumento de inserção social.
Desportivo:
É, também, aplicado nas áreas de reabilitação e educação. O praticante deve ter boas condições para estar a cavalo, já podendo participar em competições hípicas. A acção do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e educação. Este programa visa não só a inserção social, mas também o prazer pelo desporto/competição, melhoria da qualidade de vida, o bem estar e a auto-afirmação.
Ao praticante de equoterapia, após o programa pré-desportivo, abrem-se caminhos em termos de competição podendo inclusive participar em competições hípicas nas modalidades :
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| - no Hipismo Adaptado |
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| - nas Olimpíadas Especiais |
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| -nas Paraolimpíadas |
Ana Margarida
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Recursos terapêuticos complementares
Estes recursos complementares à equoterapia servem de suporte muscular (para melhorar a contração muscular, reduzir a fadiga, reduzir hiperextensão, diminuir as câimbras e a possibilidade de lesões musculares, melhorar a amplitude de movimento e aliviar a dor) durante o decorrer da actividade.Na Equoterapia também é utilizado na correcção de problemas articulares.
Theratog e Wraps, Kinesio Tapping, splints e órteses , são alguns recursos utilizados para a evolução dos pacientes, servindo de apoio enquanto o cavalo se movimenta.
Zé
Zé
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Como nos pode ajudar o cavalo?
No que se refere aos ganhos físicos a equoterapia contribui para o desenvolvimento do equilíbrio, força, flexibilidade, relaxamento, consciência corporal e aperfeiçoamento da coordenação motora.
Mas como o cavalo é capaz de proporcionar tantos ganhos físicos?
Quando o cavalo se desloca “a passo” ele apresenta uma movimentação tridimensional caracterizada por movimentos simultâneos para frente e para trás, para um lado e outro e para cima e para baixo. Esta movimentação típica do passo do cavalo ficou conhecida como “movimento tridimensional” e é análoga a própria marcha humana. Assim, de forma completa e integrada, o cavalo propicia aos praticantes de equoterapia estímulos ao sistema nervoso central e uma série de ajustes tónicos em decorrência da busca pelo equilíbrio.
Mas os ganhos promovidos pela equoterapia não se restringem aos benefícios físicos. Quem tem a oportunidade de praticar equoterapia passa a formar com o cavalo uma
parceria baseada na confiança mútua e em fortes vínculos de amizade. Várias pesquisas têm evidenciado que os ganhos psicológicos e sociais se traduzem em melhoria da auto-estima e confiança, adquiridos através de uma relação de respeito, cumplicidade e responsabilidade para com o animal.
Zé
domingo, 9 de janeiro de 2011
Equoterapia
ü as necessidades e potencialidades do praticante
ü as finalidades e objectivos a serem alcançados
O praticante, para ser incluído neste programa, deve passar por exames médicos e avaliações nos aspectos da saúde, educação e social. Entende-se que estão inseridos nos aspectos de :
ü Saúde: indivíduos com alterações físicas, psicológicas e/ou mentais.
ü Educação: indivíduos com distúrbios de aprendizagem de diversas origens.
ü Social: indivíduos com dificuldades em requisitos sociais como protecção, promoção, prevenção e inclusão. Problemas estes que influenciam directamente a cidadania, através da exclusão social, impossibilidade de escolaridade e inexperiência para o mercado de trabalho. São considerados o contexto familiar e comunitário.
ü Desportivo: indivíduos com ou sem distúrbios que desejam fazer da equitação o desporto de sua escolha.
Ana Margarida
Equoterapia
A equoterapia é o processo de reabilitação de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais, que utiliza o cavalo como meio para, por meio e com o acompanhamento de uma equipa de profissionais especializados, trazer aos portadores de deficiência a melhora possível tanto física quanto psíquica.
O papel do psicológico na equoterapia : Inicialmente é feito um trabalho de aproximação ao cavalo e ao ambiente onde ocorrerão as sessões, se for bem sucedida será uma condição para o êxito de todo o trabalho. O cavalo actua não apenas como um espelho onde são projectadas as dificuldades, progressos e vitórias, mas também como um novo estímulo, pré propicia novas percepções e vivências. Cavalgar neste animal, dócil, porem de porte avantajado, leva o praticante a experimentar sentimentos de liberdade, independência e capacidade, sentimentos estes importantíssimos para a aquisição da autoconfiança, realização e auto-estima. Deste modo tanto para o praticante como para o cavalo e para os profissionais envolvidos, é um trabalho vasto em possibilidades e extremamente dinâmico, que inclui desde o contacto e o vínculo afectivo com o animal, até o acto de montá-lo.
O cavalo possui então três andamentos naturais, instintivos, que são o passo, o trote e o galope. O trote e o galope são andamentos saltados. Isto quer dizer que entre um lance e outro, seja de trote ou galope, o cavalo executa um salto, existe um tempo de suspensão em que ele não toca com os membros no solo. Em consequência, o esforço é maior, os movimentos mais rápidos e mais bruscos e quando volta ao solo, exige do cavaleiro mais força e um maior equilibrio, por isso, só são utilizadas estes andamentos em equoterapia com praticantes já experientes. A característica mais importante para a equoterapia é o passo, este produz no cavalo e transmite ao cavaleiro uma série de movimentos sequenciados e simultâneos, que proporcionam um movimento tridimensional, que se traduz, no plano vertical, movimentos para cima e para baixo; no plano horizontal, movimentos para a direita e para a esquerda, segundo o eixo transversal do cavalo; e um movimento para a frente e para trás, segundo o eixo longitudinal.
Ana Margarida
sábado, 8 de janeiro de 2011
Hipoterapia e Equitação Terapêutica
Antes de começar a publicar informação sobre estes dois métodos terapêuticos, achei melhor deixar este vídeo para uma melhor compreensão do tema e trabalho que iremos desenvolver ao longo deste período.
Zé
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