sexta-feira, 10 de junho de 2011

Porquê o cavalo?


filmagens: Ana Teresa, Ana Margarida Brito, José Nunes
voz: Ana Margarida Brito
montagem: José Nunes


 Zé Nunes
:)

Entrevista à Terapeuta Ana Marisa Brito

No início do mês de Abril, o nosso grupo de Área de projecto dirigiu-se à Quinta Pedagógica de Portimão para entrevistar a Terapeuta responsável.



Qual é a diferença entre Equoterapia e Hipoterapia?




Quantas são as fases da Hipoterapia?
 

quais são as características da Hipoterapia?

                                                                                          Zé Nunes




segunda-feira, 16 de maio de 2011

Curso de auxiliares de equitação terapeutica

Estão abertas as inscrições para o Curso de Auxiliares de Equitação Terapêutica da Escola Nacional de Equitação a realizar de 24 a 29 de Maio.
Trata-se de um curso essencialmente prático, destinado a fornecer conhecimentos básicos sobre o cavalo, como agente terapêutico. Habilita e credencia o formando para se integrar numa equipa de Equitação Terapêutica, devidamente constituída, nela lhe cabendo um papel específico de agente que actua no campo da reabilitação, mas que não tem conhecimentos equestres suficientes para potenciar essa acção.
Este curso não tem pré requisitos ao nível de equitação.



Teresa

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Benefícios da Hipoterapia





































                                                                                               Ana Margarida
                                                         Retirado de um livro de um curso de hipoterapia

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Difererença entre hipoterapia, equitação terapeutica e equitação desportiva adaptada.

Hipoterapia:  Quando os objectivos são neuromotores específicos e prioritários no processo de reabilitação do indivíduo.
 É uma abordagem de orientação clínica que é conduzida por profissionais de saúde com apoio de instrutores de equitação e cavalos treinados para o efeito. O objectivo é retirar contributos de reabilitação através do movimento do cavalo e não o ensino equestre.

Equitação terapeutica:  Quando os objectivos são psicomotores, mais direccionados para necessidades especificas na área educacional, psicológica ou cognitiva. Aqui podem ser contemplados progressos no ensino de montar a cavalo.
 O técnico responsável é o terapeuta ou o instrutor que trabalha em estreita parceria com todos os intervenientes no processo de reabilitação (educadores, psicólogos e terapeutas) no sentido de definição de objectivos.

Equitação desportiva adaptada:  Quando os objectivos são desportivos, de lazer ou competição.
 o técnico responsável é o instrutor. Nesta abordagem o monitor de equitação terapêutica e o cavaleiro trabalham para desenvolver competências equestres para uma variedade de situações tais como o lazer, melhorar a forma física, melhorar a auto-estima e a competição.

                                                                                                                Teresa

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A equitação é contra indicada

  • Epilepsia não controlada
  • Fases agudas das Artrites
  • Surtos de Esclerose Multipla
  • Feridas que não estejam saradas
  • Ossos fracos
Teresa

A quem se destina a equitação terapeutica/ hipoterapia

  • Amputações
  • Autismo
  • Lesões cerebrais
  • Acidente Vascular Cerebral
  • Paralisia Cerebral
  • Sindrome de Down
  • Disturbios emocionais
  • Deficiência Auditiva
  • Deficiência Visual
  • Atraso Mental
  • Dificuldades de Apredizagem
  • Esclerose Multipla
  • Distrofia Muscular
  • Poliomielite
  • Espinha Bífica
  • Lesões Medulares
Teresa
 Backriding ou montar atras é um método utilizado para as pessoas com deficiência que têm pouco ou nenhum controlo de cabeça, que têm problmeas de equilibrio, movimentos assimétricos ou involuntários.
 O terapeuta monta atrás da criança e assim facilita os movimentos que ela não consegue realizar sozinha.
 É essencial ter um cavalo adequado ao backriding. Deverá ser muito bem treinado e de confiança, ser calmo, ser um cavalo baixo, deve ter uns movimentos simétricos e deverá movimentar-se facilmente.
 O cavalo é guiado pela frente, por rédeas longas que facilitam o controlo do cavalo. Deverá ser treinado para ser montado por dois cavaleiros sem qualquer deficiência, antes de ser montado pela pessoa com deficiência.
 O desejável é que após algum tempo de sessão o terapeuta possa sair do cavalo e a criança, com ajuda de assistentes laterais, mantenha o equilibrio sozinha com as mãos nas rédeas.
 A sessão decorre com dois assistentes, um de cada lado do cavalo com o equitador que conduz o cavalo pelas rédeas.
 O backriding ajuda a criança a passar as fases do desenvolvimento sensório-motor, montar a cavalo com o cavaleiro montado atrás é seguro e trás os maiores beneficios àqueles que não podem fazê-lo normalmente.

Teresa

domingo, 23 de janeiro de 2011

Programas básicos da Equoterapia

Os programas básicos da equoterapia:
- Hipoterapia
- Educação/Reeducação
- Pré-desportivo
- Desportivo
Hipoterapia:
Programa essencialmente da área de reabilitação, voltando para as pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental. Neste caso o praticante não tem condições para se manter  sozinho a cavalo. Portanto, não pratica equitação. Necessita de um auxiliar-guia para conduzir o cavalo e, evidentemente, de um auxiliar-lateral para mantê-lo montado, dando-lhe segurança. A ênfase das acções é dos profissionais da área de saúde precisando, portanto, de cavalo é usado principalmente como instrumento cinesioterapeutico.
Educação-Reeducação:
Este programa pode ser aplicado tanto na área reabilitativa como na área executiva. Neste caso o praticante tem condições de exercer alguma actuação sobre o cavalo e conduzi-lo, dependendo em menor grau do auxiliar-guia e do auxiliar-lateral. A acção dos profissionais de equitação tem mais intensidade, embora os exercícios devam ser programados por toda a equipa, segundo os objectivos a serem alcançados. O cavalo continua propiciando benefícios pelo seu movimento tidimensional e multidirecional e o praticante passa a interagir com mais intensidade não pratica equitação e/ou hipismo. O cavalo actua como instrumento pedagógico.
Pré-desportivo:
Também pode ser aplicado nas áreas reabilitativa e educativa. O praticante tem boas condições pata actuar e conduzir o cavalo, não pratica equitação podendo participar em pequenos exercícios específicos do hipismo. A acção do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e equitação. O praticante exerce maior influência sobre o cavalo. O cavalo é utilizado como instrumento de inserção social.
Desportivo:
É, também, aplicado nas áreas de reabilitação e educação. O praticante deve ter boas condições para estar a cavalo, já podendo participar em competições hípicas. A acção do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e educação. Este programa visa não só a inserção social, mas também o prazer pelo desporto/competição, melhoria da qualidade de vida, o bem estar e a auto-afirmação.
Ao praticante de equoterapia, após o programa pré-desportivo, abrem-se caminhos em termos de competição podendo inclusive participar em competições hípicas nas modalidades :
   

- no Hipismo Adaptado

- nas Olimpíadas Especiais

-nas Paraolimpíadas

                                                                                                                    Ana Margarida

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Recursos terapêuticos complementares

Estes recursos complementares à equoterapia servem de suporte muscular (para melhorar a contração muscular, reduzir a fadiga, reduzir hiperextensão, diminuir as câimbras e a possibilidade de lesões musculares, melhorar a amplitude de movimento e aliviar a dor) durante o decorrer da actividade.
Na Equoterapia também é utilizado na correcção de problemas articulares. 

Theratog e Wraps, Kinesio Tapping, splints e órteses , são alguns recursos utilizados para a evolução dos pacientes, servindo de apoio enquanto o cavalo se movimenta.                                  





                                                                                                         Zé

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Como nos pode ajudar o cavalo?


No que se refere aos ganhos físicos a equoterapia contribui para o desenvolvimento do equilíbrio, força, flexibilidade, relaxamento, consciência corporal e aperfeiçoamento da coordenação motora.
Mas como o cavalo é capaz de proporcionar tantos ganhos físicos?
Quando o cavalo se desloca “a passo” ele apresenta uma movimentação tridimensional caracterizada por movimentos simultâneos para frente e para trás, para um lado e outro e para cima e para baixo. Esta movimentação típica do passo do cavalo ficou conhecida como “movimento tridimensional” e é análoga a própria marcha humana. Assim, de forma completa e integrada, o cavalo propicia aos praticantes de equoterapia estímulos ao sistema nervoso central e uma série de ajustes tónicos em decorrência da busca pelo equilíbrio.
Mas os ganhos promovidos pela equoterapia não se restringem aos benefícios físicos. Quem tem a oportunidade de praticar equoterapia passa a formar com o cavalo uma
parceria baseada na confiança mútua e em fortes vínculos de amizade. Várias pesquisas têm evidenciado que os ganhos psicológicos e sociais se traduzem em melhoria da auto-estima e confiança, adquiridos através de uma relação de respeito, cumplicidade e responsabilidade para com o animal.

                                                                                                                                 Zé

domingo, 9 de janeiro de 2011

Equoterapia

A equoterapia é desenvolvida em programas, os quais devem ser individualizados, de acordo com  
ü  as necessidades e potencialidades do praticante    
ü   as finalidades e objectivos a serem alcançados
       
        O praticante, para ser incluído neste programa, deve passar por exames médicos e avaliações nos aspectos da saúde, educação e social. Entende-se que estão inseridos nos aspectos de :


ü  Saúde: indivíduos com alterações físicas, psicológicas e/ou mentais.

ü  Educação: indivíduos com distúrbios de aprendizagem de diversas origens.

ü  Social: indivíduos com dificuldades em requisitos sociais como protecção, promoção, prevenção e inclusão. Problemas estes que influenciam directamente a cidadania, através da exclusão social, impossibilidade de escolaridade e inexperiência para o mercado de trabalho. São considerados o contexto familiar e comunitário.

ü  Desportivo: indivíduos com ou sem distúrbios que desejam fazer da equitação o desporto de sua escolha.
                     Ana Margarida

Equoterapia

A equoterapia é o processo de reabilitação de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais, que utiliza o cavalo como meio para, por meio e com o acompanhamento de uma equipa de profissionais especializados, trazer aos portadores de deficiência a melhora possível tanto física quanto psíquica.
O papel do psicológico na equoterapia : Inicialmente é feito um trabalho de aproximação ao cavalo e ao ambiente onde ocorrerão as sessões, se for bem sucedida será uma condição para o êxito de todo o trabalho. O cavalo actua não apenas como um espelho onde são projectadas as dificuldades, progressos e vitórias, mas também como um novo estímulo, pré propicia novas percepções e vivências. Cavalgar neste animal, dócil, porem de porte avantajado, leva o praticante a experimentar sentimentos de liberdade, independência e capacidade, sentimentos estes importantíssimos para a aquisição da autoconfiança, realização e auto-estima. Deste modo tanto para o praticante como para o cavalo e para os profissionais envolvidos, é um trabalho vasto em possibilidades e extremamente dinâmico, que inclui desde o contacto e o vínculo afectivo com o animal, até o acto de montá-lo.
O cavalo possui então três andamentos naturais, instintivos, que são o passo, o trote e o galope. O trote e o galope são andamentos saltados. Isto quer dizer que entre um lance e outro, seja de trote ou galope, o cavalo executa um salto, existe um tempo de suspensão em que ele não toca com os membros no solo. Em consequência, o esforço é maior, os movimentos mais rápidos e mais bruscos e quando volta ao solo, exige do cavaleiro mais força e um maior equilibrio, por isso, só são utilizadas estes andamentos em equoterapia com praticantes já experientes. A característica mais importante para a equoterapia é o passo, este produz no cavalo e transmite ao cavaleiro uma série de movimentos sequenciados e simultâneos, que proporcionam um movimento tridimensional, que se traduz, no plano vertical, movimentos para cima e para baixo; no plano horizontal, movimentos para a direita e para a esquerda, segundo o eixo transversal do cavalo; e um movimento para a frente e para trás, segundo o eixo longitudinal.
                                                                        Ana Margarida

sábado, 8 de janeiro de 2011

Hipoterapia e Equitação Terapêutica

Antes de começar a publicar informação sobre estes dois métodos terapêuticos, achei melhor deixar este vídeo para uma melhor compreensão do tema e trabalho que iremos desenvolver ao longo deste período.